Ontem escrevi sobre Domingo(s) e uma das suas características, mas o tema não pretendeu nunca reduzir-se a crianças, que como todos os que me conhecem sabem, adoro!... Conseguindo ter com elas, uma muito boa relação. Sim, os meus “sobrinhos” adoram ficar comigo, sabem até que durante esse tempo, fazemos em conjunto as loucuras que nem sempre as mães deixam fazer. Mas, ser “tia” é quase com ser avô, mas com um bocado mais de agilidade! ;-)
Tenho vivências engraçadas com estes meus “sobrinhos” emprestados, uma vez que biológicos ainda não existem, para meu grande descontentamento… Lembro a última vez em que fiquei com o F e S, de 8 e 12 respectivamente, em que depois de lhes ensinar a fazer uma das 3 peças que faço em origami, o simples barco de papel que até flutuava na banheira, ter sido motivo de tanta alegria, para os 2 e o vizinho, amigo e colega de colégio, que a eles se juntou na brincadeira. Difícil foi conseguir a convencê-lo depois a voltar a casa, no andar debaixo… É a estes também que vou ensinando a cozinhar e que depois de um lanche de crepes me fazem ouvir, serem os meus os melhores do mundo. Refiro que estamos a falar de crepes com Nutella., não não eram mais que isto… Corrigiu depois da segunda garfada, referindo serem os da mãe, os que ocupavam o lugar cimeiro no top. Expliquei-lhe que as mães sabem fazer melhor quase todas as coisas… Querem mais elogioso e ternurento? Não existe…
Há a M, 1 ano, que é capaz de passar uma tarde inteira a tirar e voltar a pôr minúsculas bolas de esferovite num puff, sorrindo-me de cada vez que conseguia o feito.
A M, 3 anos, que corre para mim quando me vê, escondendo-se depois atrás das mãos para que não lhe tire fotografias, em jeito de pura provocação, pois sabe ser bilhete para uma sessão de cócegas e piruetas.
O D, 5 anos, que na semana passada a última vez que o visitei, logo que me vê me diz que os meus lábios já estão muito melhores, sim a herpes não me largava.. Graças ao creme mágico da mãe, expliquei-lhe. Depois, olha para mim, traça com o dedo uma linha no meu nariz, diz “linda” e desapararece.
Também nesta linha a M, então com 7 anos, fez em minha casa um desenho meu, que me oferece, em que só era olhos e sorriso, e em que os braças saiam do meu longo pescoço. Disse-lhe à altura estar ali muito mais gira do que sou na realidade. Ela returque com um posso escrever? E acrescenta um top model ao desenho. Hoje com 14 diz que quando for mais crescida quer ser como eu, porque também viajo e sei sempre imensas coisas…
O A, 5 pergunta: “hoje vais ficar na minha casa?”, de cada vez que me vê
A D, 3, na mesma linha pergunta à mãe se eu não posso lá ficar em casa, acrescentando com aquele charme todo dela, que eu gostava muito, ter sido até eu a sugerir, tudo para podermos acabar um dos seus intermináveis e coquettes puzzles.
A L, 3, que ensinei a andar, e que me dá beijos e às vezes até um ou outro abraço quando me vê, para espanto dos pais… Pois é L e V, é mesmo amor, e vocês sabem ser recíproco! È a mesma que depois também é capaz de responder à mãe quando esta lhe diz estar a falar comigo ao telefone e lhe pergunta se também o quer fazer, sair-se com um hoje não me apetece… Claro que não o fazendo é esta, L quem o sugere, a minha adorada mini Sagitário!...
A C, 2, que me sorri e oferece brinquedos só para ter a minha atenção e companhia para a brincadeira, no chão de preferência..
Enfim, são pequenos mas fazem grande a minha vida! Sou muito grata porque eles existem!
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
domingo, 6 de janeiro de 2008
Domingo(s)
Domingo é o dia do senhor, ouvi dizer a maior parte da minha vida, sendo como sou originária de uma família católica praticante, aluna em colégios de freiras, padres e Opus Dei, por esta ordem, não tinha como não…. Além disso, à excepção da extrema unção, tenho já os sagrados sacramentos todos no curriculum, casamento pela igreja católica incluído.
Mas domingo, é também, para os solteiros, ou divorciados sem filhos como eu, ou se quiserem para as pessoas sem qualquer relacionamento amoroso estável, o dia de ir apanhar ar e de ver os casais em interacção. Este tema foi já alvo de muitas e boas horas de conversa entre mim e os meus amigos, os que se encontram no mesmo barco, obviamente. Assim, entendemos, infelizmente na maior parte dos casos, quando em observação participante dos referidos casais ou famílias felizes, não G, família feliz não é só o nome de um prato combinado do restaurante chinês, que muitas delas, davam TUDO para estar no nosso lugar, trocando facilmente as suas vidas pelas nossas, demonstrando-o despudoradamente pela forma com que nos olham, muitas vezes olhares de autênticos pedidos de socorro, independentemente do género de quem os faz.
É nestas alturas que se aplica o adágio antes só… E o domingo fica mais risonho :-)
Mas domingo, é também, para os solteiros, ou divorciados sem filhos como eu, ou se quiserem para as pessoas sem qualquer relacionamento amoroso estável, o dia de ir apanhar ar e de ver os casais em interacção. Este tema foi já alvo de muitas e boas horas de conversa entre mim e os meus amigos, os que se encontram no mesmo barco, obviamente. Assim, entendemos, infelizmente na maior parte dos casos, quando em observação participante dos referidos casais ou famílias felizes, não G, família feliz não é só o nome de um prato combinado do restaurante chinês, que muitas delas, davam TUDO para estar no nosso lugar, trocando facilmente as suas vidas pelas nossas, demonstrando-o despudoradamente pela forma com que nos olham, muitas vezes olhares de autênticos pedidos de socorro, independentemente do género de quem os faz.
É nestas alturas que se aplica o adágio antes só… E o domingo fica mais risonho :-)
Desenhos
Eu sempre gostei de desenhos, e de pessoas que sabem desenhar. No fundo, penso que é uma forma de inveja, por não saber fazer mais do que meia dúzia de rabiscos, que, tal como os das crianças, exigem explicação posterior… :-(
Este fascínio é de tal ordem, que, sempre que conheço uma pessoa pela qual me interesso, não sendo a primeira pergunta, à terceira ou quarta lá sai invariavelmente um tímido “sabes desenhar?”, para espanto quase certo do inquirido. Confesso que agora também gosto de lhes adivinhar as linhas que na testa serão desenhadas, logo que a ouvem….
Não sei de
onde, nem quando começou esta mania. Apenas sei, que quando no colégio, não era eu quem fazia os meus desenhos, cabendo antes ao meu pai os desenhos geométricos, à minha mãe os livres, aguarelas, e outras tintas, e ao Kyto, o meu tio mais novo, durante o período que lá viveu em casa, os de reprodução, e tintas-da-china.
Estou certa hoje de que estas preciosas ajudas, que me impediram de ter classificação negativa na matéria, foram também preciosas para que eu nunca aprendesse a desenhar. Deduzo, que para tal e como em quase tudo, seja necessário antes de mais de treino e confiança, e, os meus ajudantes, estou certa de que sem intenção, levaram-me as duas…
Num dos projectos a que me propus este ano, preciso de uma ilustradora, acontece que, já a conheci e reunimos ontem. Claro que chegou até mim da forma mais inusitada, mas afinal, era preciso era que chegasse, e o Universo, sabiamente, pô-la na minha vida.
Chama-se Ana e além de desenhar lindamente, é um doce de criatura. Linda, serena e muito simpática. Contei-lhe em jeito de confissão esta minha obsessão, provocando-lhe um sorriso. Depois, respondeu-me que podia aprender. Quem sabe? Afinal de contas, "Where there's a will, there's a way"...
Deixo-vos com o link do blog da Ana e com uma das suas ilustrações http://www.ilustrana.blogspot.com/
Este fascínio é de tal ordem, que, sempre que conheço uma pessoa pela qual me interesso, não sendo a primeira pergunta, à terceira ou quarta lá sai invariavelmente um tímido “sabes desenhar?”, para espanto quase certo do inquirido. Confesso que agora também gosto de lhes adivinhar as linhas que na testa serão desenhadas, logo que a ouvem….
Não sei de
onde, nem quando começou esta mania. Apenas sei, que quando no colégio, não era eu quem fazia os meus desenhos, cabendo antes ao meu pai os desenhos geométricos, à minha mãe os livres, aguarelas, e outras tintas, e ao Kyto, o meu tio mais novo, durante o período que lá viveu em casa, os de reprodução, e tintas-da-china.Estou certa hoje de que estas preciosas ajudas, que me impediram de ter classificação negativa na matéria, foram também preciosas para que eu nunca aprendesse a desenhar. Deduzo, que para tal e como em quase tudo, seja necessário antes de mais de treino e confiança, e, os meus ajudantes, estou certa de que sem intenção, levaram-me as duas…
Num dos projectos a que me propus este ano, preciso de uma ilustradora, acontece que, já a conheci e reunimos ontem. Claro que chegou até mim da forma mais inusitada, mas afinal, era preciso era que chegasse, e o Universo, sabiamente, pô-la na minha vida.
Chama-se Ana e além de desenhar lindamente, é um doce de criatura. Linda, serena e muito simpática. Contei-lhe em jeito de confissão esta minha obsessão, provocando-lhe um sorriso. Depois, respondeu-me que podia aprender. Quem sabe? Afinal de contas, "Where there's a will, there's a way"...
Deixo-vos com o link do blog da Ana e com uma das suas ilustrações http://www.ilustrana.blogspot.com/
sábado, 5 de janeiro de 2008
Religiões
Há poucos dias atrás, falando de religiões, um católico praticante, estanhava o facto de eu me auto apelidar de budista não praticante. No seu entender, quando professamos uma religião, devemos não só professá-la como praticá-la, caso tal não aconteça, devemos achar-nos ateus. Eu nem conseguia acreditar no que ouvia, mas, enfim, era a sua verdade, contudo, confesso, me levou a pensar, e agora escrever sobre ela.
Eu conheço gente de muitos credos, aliás, segundo uma amiga, conheço gente de todos os credos, cores, filiação ou simpatia partidária, classe social, idade etc. Ela diz-me viciada em gente e que não conhece como eu para conhecer gente diferente e conseguir agir com todos. Bondade e exagero R, mas obrigada.
Acontece que eu, não sendo frequentadora de práticas budistas, por ir a um ou outro ensinamento, e meditar diariamente, não vejo motivo para me considerar praticante. Mas afinal, que importância pode isto ter? Nós somos só o que fazemos, mesmo que possamos nem sentir, ou seremos mais o que sentimos, mesmo que possamos não fazer?
O judeu com quem jantei há dias, e que, num dia de jejum escolheu entrecosto para repasto, passa a ser menos judeu?
Reflectirei sobre isto com a ajuda das 6 paramitas Budistas, DANA (caridade), SILA (harmonia ou pureza), KSHANTI (paciência), VIRYA (energia), DHYANA (contemplação), PRAJNA (sabedoria), tendo esperança que ele o faça com os seus 10 mandamentos. A julgar pelo n.º ganhará!... ;-)
Para ilustrar só mesmo a frase pintada numa lanchonete do meu bem amado RJ, “Eu não sou dono do mundo mas sou filho do dono”, não seremos todos?
"O Eu é o mestre do eu. Que outro mestre poderia existir ?” Buda
Eu conheço gente de muitos credos, aliás, segundo uma amiga, conheço gente de todos os credos, cores, filiação ou simpatia partidária, classe social, idade etc. Ela diz-me viciada em gente e que não conhece como eu para conhecer gente diferente e conseguir agir com todos. Bondade e exagero R, mas obrigada.
Acontece que eu, não sendo frequentadora de práticas budistas, por ir a um ou outro ensinamento, e meditar diariamente, não vejo motivo para me considerar praticante. Mas afinal, que importância pode isto ter? Nós somos só o que fazemos, mesmo que possamos nem sentir, ou seremos mais o que sentimos, mesmo que possamos não fazer?
O judeu com quem jantei há dias, e que, num dia de jejum escolheu entrecosto para repasto, passa a ser menos judeu?
Reflectirei sobre isto com a ajuda das 6 paramitas Budistas, DANA (caridade), SILA (harmonia ou pureza), KSHANTI (paciência), VIRYA (energia), DHYANA (contemplação), PRAJNA (sabedoria), tendo esperança que ele o faça com os seus 10 mandamentos. A julgar pelo n.º ganhará!... ;-)
Para ilustrar só mesmo a frase pintada numa lanchonete do meu bem amado RJ, “Eu não sou dono do mundo mas sou filho do dono”, não seremos todos?
"O Eu é o mestre do eu. Que outro mestre poderia existir ?” Buda
sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
Namastê
Ontem, como acontece algumas vezes, de há alguns anos a esta parte, e com tendência a aumento de frequência, pela proximidade da minha quase casa nova, fui ao Martim Moniz visitar a minha merceeira predilecta. Ela lá estava, recém chegada da Índia, jornada relatada na semana passada entre um papari e uma das suas divinais mangas. Esteve lá 3 semanas, foi ao casamento da sobrinha e ficou nas festas, respondeu ela ao meu estranhar da sua não permanência no posto. Gosto da sensação de a saber lá, com sorriso alegre e olhar com brilho dentro, como só as pessoas felizes conseguem ter. Recordo uma vez que, recém chegada do porto, cidade dos meus encantos, lhe relatei o meu espanto e contentamento de a ter visto, em forma de foto, numa exposição, com tema na Torre de Babel, outro nome por que apelido o Martim Moniz. Admirada com o facto, sorriu ternamente e agradeceu quando lhe disse estar muito bonita. Não sei como se chama, nunca lho perguntei, apenas sei que me enche a alma enquanto lá e me aviva as papilas depois de saída.
Namastê!
Depois da incursão na mercearia, e enquanto tirava o carro no espaço mínimo onde o deixei, batem-me no vidro. Era negro, e pelo sotaque, correctíssimo, dir-se-ia Angolano, meu patrício portanto… J
Abro o vidro e ouço um - dá-me um cigarro? , ao que lhe respondo ter a sorte de não fumar…. E posso roubar-lhe dois segundos? , continua
- Bom, mas isso já fez…
- Pois, sabe… É que eu queria pedir-lhe um favor
- Diga…
- Cuide da sua beleza. A sra é tão linda… Cuide da sua beleza. E sorriu, simplesmente..
Confesso que o obrigada foi já com a voz meia embargada…
Leva-me pois a pensar que, se não tivesse aberto o vidro, se tivesse visto em vez de preto, transparente, não ouvia o piropo, nem via o sorriso com merengue dentro. E eu, que nem costumo gostar de piropos, com excepção dos italianos, que nos fazem sempre sentir como as mais belas mulheres do mundo, ouvi, no centro de Lisboa, um do qual gostei, um que até conseguiu comover-me. Obrigada!!!
Namastê!
Depois da incursão na mercearia, e enquanto tirava o carro no espaço mínimo onde o deixei, batem-me no vidro. Era negro, e pelo sotaque, correctíssimo, dir-se-ia Angolano, meu patrício portanto… J
Abro o vidro e ouço um - dá-me um cigarro? , ao que lhe respondo ter a sorte de não fumar…. E posso roubar-lhe dois segundos? , continua
- Bom, mas isso já fez…
- Pois, sabe… É que eu queria pedir-lhe um favor
- Diga…
- Cuide da sua beleza. A sra é tão linda… Cuide da sua beleza. E sorriu, simplesmente..
Confesso que o obrigada foi já com a voz meia embargada…
Leva-me pois a pensar que, se não tivesse aberto o vidro, se tivesse visto em vez de preto, transparente, não ouvia o piropo, nem via o sorriso com merengue dentro. E eu, que nem costumo gostar de piropos, com excepção dos italianos, que nos fazem sempre sentir como as mais belas mulheres do mundo, ouvi, no centro de Lisboa, um do qual gostei, um que até conseguiu comover-me. Obrigada!!!
Agitem-se mentes e corações
Pois é, parece que o post anterior, mesmo com poucos comentários deixados aqui, deu lugar a alguma agitação. Obg, era o pretendido! ;-)
A resposta, para os não escritores, para os mais tímidos é de que, quando queremos algo, primeiro, e antes de mais nada, devemos saber exactamente o quê, com pormenor, posteriormente, imaginar que já conseguimos. Simples, não?
Acresce ao exposto dois detalhes, não menos significantes.
1º Eu mereço
2º Quando o aluno está pronto, o mestre aparece
Iremos certamente juntos tomar muitos cafés convosco, os menos crentes, os que dizem que é demasiada perfeição, que não há ninguém assim, que também devo acreditar no pai natal….
Seriam os descobrimentos um feito tão grande se o primeiro obstáculo, o velho do Restelo, não fosse passado?
Obg por existirem na minha vida, ranzinzas...
"Tudo o que somos é resultado do que pensamos" Buda
A resposta, para os não escritores, para os mais tímidos é de que, quando queremos algo, primeiro, e antes de mais nada, devemos saber exactamente o quê, com pormenor, posteriormente, imaginar que já conseguimos. Simples, não?
Acresce ao exposto dois detalhes, não menos significantes.
1º Eu mereço
2º Quando o aluno está pronto, o mestre aparece
Iremos certamente juntos tomar muitos cafés convosco, os menos crentes, os que dizem que é demasiada perfeição, que não há ninguém assim, que também devo acreditar no pai natal….
Seriam os descobrimentos um feito tão grande se o primeiro obstáculo, o velho do Restelo, não fosse passado?
Obg por existirem na minha vida, ranzinzas...
"Tudo o que somos é resultado do que pensamos" Buda
quarta-feira, 2 de janeiro de 2008
Somebody
Antes de finalizarmos o ano, fizemos, tal como vos sugeri também a vocês, a Roda da Vida, acontece, que estando de uma maneira geral muito satisfatória, sim porque somos pessoas verdadeiramente afortunadas, eu e os amigos presentes, tínhamos todos uma lacuna, no sector dos relacionamentos, nos amorosos, claro, que os outros vão muito bem, obrigada...
Assim, e por forma a tornar este gomo equilibrado, resolvi definir para mim, e agora para o mundo, o que pretendo afinal nesta área da vida.
Quero alguém que
Que me beije quando chego a casa, que me deseje bom dia e boa noite, mesmo quando fisicamente não estamos juntos, que tenha mãos grandes e olhos brilhantes, de quem tenha orgulho, em quem pense imediatamente quando alguma coisa não corre como espero, ou quando acontece algo surpreendente e feliz, porque sei que está sempre lá, que olhe para mim quando estou distraída, que me afague o cabelo, que me beije a testa, que tenha um abraço daqueles em que se dorme dentro, que faz esquecer que há mundo lá fora, que pergunte como foi o dia, com vontade de ouvir a resposta, que tenha ideias discutíveis, que me compreenda, a quem possa confiar os meus mais íntimos receios, anseios e vivências, com capacidade de aceitar as diferenças, altruísta, espiritualmente rico, independente, feliz, de bem com a vida, de bem com ele mesmo, com muito auto conhecimento, aceitação e estabilidade, que goste como eu de crianças, de cães, de gente, de receber, da reciprocidade.
Ah, que tenha uma idade próxima da minha, e que seja giro, inteligente, alto moreno e de olhos verdes, sim que quando pedimos temos que pedir tudo o que queremos! ;-)
E tal como tão bem disseram os Depeche Mode
I want somebody who cares
For me passionately
With every thought and
With every breath
Someone wholl help me see things
In a different light
All the things I detest
I will almost like
I dont want to be tied
To anyones strings
Im carefully trying to steer clear of
Those things
But when Im asleep
I want somebody
Who will put their arms around me
And kiss me tenderly
Though things like this
Make me sick
In a case like this
Ill get away with it
Assim, e por forma a tornar este gomo equilibrado, resolvi definir para mim, e agora para o mundo, o que pretendo afinal nesta área da vida.
Quero alguém que
Que me beije quando chego a casa, que me deseje bom dia e boa noite, mesmo quando fisicamente não estamos juntos, que tenha mãos grandes e olhos brilhantes, de quem tenha orgulho, em quem pense imediatamente quando alguma coisa não corre como espero, ou quando acontece algo surpreendente e feliz, porque sei que está sempre lá, que olhe para mim quando estou distraída, que me afague o cabelo, que me beije a testa, que tenha um abraço daqueles em que se dorme dentro, que faz esquecer que há mundo lá fora, que pergunte como foi o dia, com vontade de ouvir a resposta, que tenha ideias discutíveis, que me compreenda, a quem possa confiar os meus mais íntimos receios, anseios e vivências, com capacidade de aceitar as diferenças, altruísta, espiritualmente rico, independente, feliz, de bem com a vida, de bem com ele mesmo, com muito auto conhecimento, aceitação e estabilidade, que goste como eu de crianças, de cães, de gente, de receber, da reciprocidade.
Ah, que tenha uma idade próxima da minha, e que seja giro, inteligente, alto moreno e de olhos verdes, sim que quando pedimos temos que pedir tudo o que queremos! ;-)
E tal como tão bem disseram os Depeche Mode
I want somebody who cares
For me passionately
With every thought and
With every breath
Someone wholl help me see things
In a different light
All the things I detest
I will almost like
I dont want to be tied
To anyones strings
Im carefully trying to steer clear of
Those things
But when Im asleep
I want somebody
Who will put their arms around me
And kiss me tenderly
Though things like this
Make me sick
In a case like this
Ill get away with it
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